O educador físico também atua como professor em escolinhas de base, procura sempre promover a inclusão de mulheres no esporte. Ele explica que os garotos da equipe admiram e respeitam a atleta Alanna. “Ela é uma menina apaixonada pelo futebol, disciplinada, inteligente e muito talentosa. Os meninos sentem falta quando ela não pode estar nos jogos”, disse.

A competição trouxe inclusão. Alanna não é a única garota na final do campeonato. O Vila Olímpica, time adversário, também conta com uma menina na equipe.

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